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EN SAN PABLO...FILME "ERA EL HOTEL CAMBRIDGE" ,MUESTRA LUCHA DE LOS BRASILEROS y REFUGIADOS POR UNA CASA.

Filme “Era o Hotel Cambridge” mostra luta de brasileiros e refugiados por moradia
18 março, 2017

Filme que mescla ficção e realidade entra em cartaz com o intuito de discriminalizar os movimentos sociais e pautar um problema que afeta milhares de pessoas no país e no mundo

Por Géssica Brandino – texto e fotos
Do Caminhos do Refúgio

Filme “Era o Hotel Cambridge” mostra luta de brasileiros e refugiados por moradia

Prédios abandonados na região central de São Paulo, com bandeiras de diversos movimentos penduradas nas janelas. Ainda que a cena já tenha sido capturada pelo olhar de milhares de pessoas que circulam diariamente pelas ruas da capital, há nesses espaços uma luta que chega às telas do cinema: o direito à moradia digna. “Era o Hotel Cambridge”, da diretora Eliane Caffé, entra em cartaz com a tarefa de mostrar pela ficção a luta que une brasileiros e refugiados num cotidiano real.

“Hoje a questão da moradia predomina no mundo inteiro como o problema que caracteriza talvez o maior conflito que vamos viver nesse século, com o êxodo das pessoas para as grandes cidades, primeiro porque esse crescimento de fluxo chega muito mais rápido que qualquer plano de organização e construção e, o mais grave de tudo, é que pelo fato do nosso sistema político ser muito calcado na especulação imobiliária, não existe a preocupação de se fazer políticas públicas para lidar com esse problema. A tendência é que isso fique cada vez pior e a importância do filme está em tornar visível e conscientizar as pessoas de que existe esse problema”, destaca a cineasta Eliane Caffé.


O cenário que dá nome ao filme era um antigo hotel, localizado na Avenida 9 de Julho e que se tornou ponto de despejo de lixo e focos de dengue, até ser ocupado em novembro de 2012 pela Frente de Luta por Moradia (FLM). Sob a coordenação do Movimento dos Sem Teto do Centro (MSTC), hoje vivem no edifício 170 famílias brasileiras, imigrantes e refugiadas, com histórias diversas, algumas vindas de áreas de risco, outras que moravam de favor ou foram despejadas pela impossibilidade de pagar alugueis cada vez mais altos. 

Por meio do movimento de ocupação, elas lutam por políticas públicas de moradia que lhes permitam realizar o sonho de ter o próprio lar. Ao mesmo tempo, essas pessoas se deparam com a agressividade da polícia nos atos de reintegração de posse, denúncia que aparece no filme por meio de imagens cedidas por jornalistas que documentaram uma das ações da tropa de choque no centro da capital paulista.

Leia a matéria completa no site parceiro Caminhos do Refúgio
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EN SAN PABLO...DOCUMENTARIO SOBRE EMIGRANTES ENTRA EN CIRCUITO COMERCIAL EN BRASIL.

Documentário sobre emigrados entra em circuito comercial no Brasil; veja locais de exibição
15 março, 2017

Três anos após finalizado, filme “Por um Punhado de Dólares: os Novos Emigrados” chega às salas de cinema em São Paulo, Rio e Brasília

Por Rodrigo Borges Delfim
Documentário sobre emigrados entra em circuito comercial no Brasil; veja locais de exibição

As remessas que migrantes enviam a seus parentes nos locais de origem são de suma importância para a sobrevivência de suas famílias, e também para a economia de muitas cidades e até mesmo de países inteiros. No entanto, esse esforço cobra um preço – social, econômico, físico e mental – dos migrantes responsáveis pelas remessas.

Jogar luz sobre essa dinâmica é o objetivo do documentário “Por um Punhado de Dólares: os Novos Emigrados”, do cineasta brasileiro Leonardo Dourado. Finalizado em 2014 e exibido durante a mostra É Tudo Verdade do mesmo ano, a produção chega somente nesta quinta (16) ao circuito comercial, começando por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.


A projeção, que aconteceu em 5 de abril de 2014, foi acompanhada pelo MigraMundo – leia aqui a crítica e impressões do público presente no ato.

Durante uma breve fala que antecedeu a exibição na mostra, Dourado disse que aprendeu uma importante lição com o documentário. “Aprendi que não existe emigrado ilegal, nenhum emigrado é ilegal. Nunca mais vou chamar um emigrado de ilegal”.
Em cena do filme, seu Jorge recebe dinheiro mandado por seus filhos do Japão.
Crédito: Divulgação


Onde ver o filme?

São Paulo
Espaço Itaú-Unibanco Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569 – Consolação (dentro do Shopping Frei Caneca)
Sala 7, às 13h50
Tel.: (11) 3472-2359

Rio de Janeiro
Estação NET Botafogo
Rua Voluntários da Pátria, 88
Sala 2, às 17h
Tel.: (21) 2176-2000

Brasília
Espaço Itaú Brasília
SGCV Sul Shopping Casa Park – Casa Park Lote 22 – Guará
Sala 7, às 13h30
Tel.: (61) 3345-8669
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EN SAN PABLO... AUDIENCIA PUBLICA DE "RR" DA LA VOZ A LOS MIGRANTES VENEZOLANOS.

Audiência pública em RR dá voz aos migrantes venezuelanos e faz apelo contra discriminação
11 março, 2017

Evento na UFRR contou com a participação dos migrantes e representantes do poder público, de organismos nacionais e internacionais

Por Rodrigo Borges Delfim
De Boa Vista (RR)
Audiência pública em RR dá voz aos migrantes venezuelanos e faz apelo contra discriminação

Informar e colocar migrantes venezuelanos, sociedade e autoridades em diálogo para busca de soluções conjuntas. Esse foi o objetivo da audiência pública ocorrida na última sexta-feira (10), no auditório Alexandre Borges da Universidade Federal de Roraima (UFRR), em Boa Vista.

A ação foi promovida pelo Ministério Público Federal em Roraima (MPF-RR), pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e pela 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF. Foi também a etapa final da missão organizada pelo MPF, formada por representantes do governo, sociedade civil e organismos internacionais do Sistema ONU (veja mais aqui).

Mesa da audiência pública em RR sobre os migrantes venezuelanos no Estado.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim/MigraMundo


Uma ausência sentida na audiência pública e em outros momentos da missão foi da Prefeitura de Boa Vista, que não enviou representantes para os debates e tampouco justificou a ausência nas atividades.

Durante a audiência foram debatidos quatro grandes temas: regularidade migratória e direitos dos migrantes venezuelanos; estrutura de abrigamento, direito de igualdade no acesso à assistência social e inserção laboral; direitos específicos dos povos indígenas; e igualdade no acesso à saúde e à educação e direitos das mulheres e das crianças venezuelanas. Todas as mesas montadas para discussão desses temas contaram com migrantes venezuelanos entre os debatedores.

De acordo com dados divulgados pela Polícia Federal, foram registradas 160 mil entradas de venezuelanos no Brasil em 2016, sendo 100 mil somente em Roraima – número superior aos 60 mil registrados em 2015. No entanto, uma mesma pessoa pode ter entrado mais de uma vez no país, o que torna impreciso esse dado isolado. O MigraMundo pediu à Superintendência da Polícia Federal em Roraima os dados de saída de venezuelanos no ano passado, o que permitiria ter uma ideia mais clara de quantos estão de fato fixados no Brasil. Até o fechamento desta reportagem, essa informação não havia sido fornecida.

Com a palavra, os migrantes

“Não somos um problema. A situação em nosso país é muito difícil, por isso estamos aqui”, falou o venezuelano Bruno Florian durante a audiência. A crise econômica na Venezuela e seus diversos efeitos na sociedade é o grande motivo apontado pelos migrantes para se deslocarem – não apenas para o Brasil, mas também para outros países.

Já no Brasil, os venezuelanos citam uma série de problemas que enfrentam por aqui. Sem documentação ou com documentos insuficientes para conseguir uma carteira de trabalho, acabam recorrendo à informalidade, ficando sujeitos a todo tipo de explorações laborais. Também encontram dificuldades para acessar serviços públicos, como saúde e educação, com a validação de diplomas e com a falta de cursos gratuitos de português.

“Temos entre nós profissionais de diversas qualificações. Mas não conseguimos emprego porque não temos carteira de trabalho”, afirma o venezuelano José Torrealba.

Sobre a questão laboral, o auditor fiscal do trabalho Luiz Alberto Matos dos Santos, coordenador de apoio junto ao CNIg (Conselho Nacional de Imigração) citou a cartilha do Ministério Público do Trabalho que traz os direitos que os migrantes possuem no Brasil e afirmou que denúncias de exploração devem ser denunciadas. “Qualquer trabalhador pode levar reclamações à Superintendência do Trabalho. Existe plantão fiscal diário com denúncias anônimas que levam a fiscalizações que vão apurá-las”. A cartilha está disponível na internet e uma versão impressa em espanhol podia ser adquirida gratuitamente durante a audiência.

Cartilha do MPT em espanhol, disponível durante a audiência pública.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim/MigraMundo


Recentemente uma resolução publicada pelo CNIg permite a concessão de residência temporária para migrantes que entram no Brasil por via terrestre e sejam naturais de países fronteiriços ao Brasil – o que atenderia diretamente aos venezuelanos. No entanto, há pontos a serem acertados junto à Polícia Federal e em relação à documentação e taxas exigidas. Por enquanto, o pedido de refúgio tem sido a alternativa usada pelos venezuelanos para tentar regularização provisória no país.

Questão indígena

Os indígenas warao, que compõem o fluxo migratório atual da Venezuela para o Brasil, tiveram atenção especial em uma das mesas da audiência.

A realidade na Venezuela é muito triste. Não estamos aqui como turistas. Sonhamos em criar uma associação de apoio aos warao para dialogar com a sociedade e o governo”, falou o líder warao Aníbal Perez.

Representantes da etnia warao também tomaram parte na audiência.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim/MigraMundo
 


Tanto a Fundação Nacional do Índio (Funai) como a Secretaria Estadual da Saúde Indígena (Sesai) se comprometeram a serem mais proativos e considerar os relatos da audiência nas futuras ações que serão dirigidas aos warao.

Representando a Casa Civil da Presidência da República, a gerente de projetos da Subchefia Adjunta de Políticas Sociais Lea Salles destacou as dificuldades que o governo brasileiro encontra para garantir os direitos das populações indígenas. “Ainda temos muito o que aprender com vocês para avançar no atendimento aos nossos povos indígenas e a vocês”.

Preconceito e discriminação

No entanto, uma dificuldade em especial apareceu com força nos relatos dos venezuelanos indígenas e não indígenas presentes à audiência: o preconceito que sofrem no Brasil.

“Não é brincadeira que estamos aqui. Não é legal estar em um país onde você é xingado por falar espanhol. Somos discriminados por seremos venezuelanos”, relata Merlina Ferreira, graduada em psicologia na Venezuela e há um ano vivendo no Brasil. “Sofremos muito com a discriminação aqui, as mulheres são taxadas de prostitutas”, lembrou o venezuelano Freiomar Villena.

A frequência dos relatos de discriminação espantou os presentes à audiência pública. “A sociedade roraimense precisa refletir sobre isso. É inaceitável lidar com os níveis de discriminação registrados. É um registro que o Estado brasileiro não pode desconhecer e tem que adotar medidas para evitar.”, afirmou o Procurador Federal dos Direitos do Cidadão Adjunto, João Akira Omoto, que liderou a missão em Roraima e conduziu parte dos trabalhos da audiência pública.

O procurador lembrou ainda que parte desse preconceito é baseado em informações distorcidas veiculadas tanto pelos meios de comunicação como pelas autoridades. “A Polícia Federal apurou que não havia registros de criminalidade cometidos por venezuelanos até dezembro de 2016 em Roraima. É necessário que essas informações sejam divulgadas com clareza na sociedade. E o que tem circulado não condiz com os dados registrados”.

Audiência contou com grande público, incluindo os migrantes.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim/MigraMundo


Avaliação e próximos passos

A partir dos depoimentos dos migrantes, autoridades públicas reconheceram falhas no acesso e atendimento nos serviços públicos e prometeram ações e articulações para tentar mudar as situações apresentadas.

“A expectativa agora é que essa articulação realmente aconteça e que venha uma resposta dos órgãos públicos para a sociedade civil, em forma de uma efetiva prestação de serviços”, afirmou Ana Carolina Bragança, procuradora da República em Roraima e procuradora substituta regional dos direitos do cidadão, que conduziu parte dos trabalhos da audiência.

Akira lembrou que a ausência de representantes da Prefeitura de Boa Vista atrapalhou um pouco o objetivo da audiência, mas espera ver essa situação mudar em breve de um jeito ou de outro. “Confesso que estou estarrecido com a ausência do município e com essa falta de disposição em dialogar. Espero que esta lacuna seja preenchida pela intervenção da administração federal, mas eu já coloco desde já à disposição o Ministério Público Federal para, se necessário, buscar a adoção de medidas administrativas e judiciais para fazer valer a adoção de políticas públicas adequadas”.

Outra contribuição da missão, segundo Akira, foi a oportunidade de seus integrantes – incluindo diversos organismos que atuam diretamente na temática migratória – conhecerem de perto as situações vividas pelos venezuelanos no Estado. “Ter vindo aqui e feito uma observação in loco com certeza vai qualificar muito nossos debates em todos os fóruns que se fizerem necessários”.

As informações e sugestões coletadas durante a missão do MPF serão sistematizadas e devem ser divulgadas em breve.


A cobertura do MigraMundo em Roraima foi possível graças à campanha de financiamento coletivo feita junto a leitores e demais apoiadores do site. As doações podem ser feitas em qualquer valor até o próximo dia 25 de março neste link. Venha você também contribuir para ajudar a manter nosso jornalismo independente!
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EN SAN PABLO... MUSEO DE MIGRACION ,EXPOCISIÓN COLABORATIVA.

Museu da Imigração: Exposição colaborativa
POR IVES - TERÇA-FEIRA, 7 DE MARÇO DE 2017 CULTURA, NOTÍCIAS






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EN SAN PABLO... MUJERES MIGRANTES EN DIFERENTES ACTIVIDADES.

Mulheres migrantes também vão tomar parte no Dia da Mulher; veja eventos em São Paulo
7 março, 2017

As mulheres migrantes também devem marcar presença nas reivindicações previstas para o dia 8 de março, quando é lembrado o Dia Internacional da Mulher.

Mulheres migrantes também vão tomar parte no Dia da Mulher; veja eventos em São Paulo

Em São Paulo, pelo menos três atos relacionados à data devem incluir diretamente mulheres migrantes. Veja quais são e marque na agenda para se programar – com um pouquinho de jogo de cintura é possível participar até de mais de uma atividade…

Mulheres Imigrantes e Refugiadas em 08/03
Local: Praça da Sé, São Paulo
Horário: a partir das 16h30
Mais informações: evento no Facebook – clique aqui

A ação é organizada pela Frente de Mulheres Imigrantes e Refugiadas, em meio à mobilização global de paralisações e greves convocadas para o 8 de Março – ou simplesmente 8M. Composta por mulheres migrantes de diferentes nacionalidades, a Frente une as pautas feministas (por mais direitos, equidade, trabalho digno, protagonismo na liderança e na política) às reivindicações dos migrantes em todo o mundo (mundo mais justo, sem fronteiras e sem discriminação, com acesso a direitos humanos, dignidade e cidadania plena, e pelo direito a migrar).




Conexão Internacional de Luta de Mulheres Migrantes e Brasileiras
Local: restaurante Al Janiah – rua Rui Barbosa, 269 – Bixiga, São Paulo
Horário: das 19h às 21h
Mais informações: evento no Facebook – clique aqui

O coletivo MIM (Missão Imigrante), em parceria com o restaurante Al Janiah, organiza um ciclo de debates e palestras para somar às iniciativas organizadas para o Dia Internacional da Mulher. Na mesa, mulheres de quatro nacionalidades (Haiti, Bolívia, Brasil e Colômbia) vão falar sobre condições de trabalho, combate à discriminação  à violência, entre outros temas.


Dia Internacional da Mulher com África do Coração
Local: Galeria Olido – av. São João, 473 – Centro, São Paulo
Horário: das 17h às 21h
Mais informações: evento no Facebook – clique aqui

Com o tema “Igualdades Sem Limites”, o evento promovido pela ONG África do Coração terá uma mesa de debates composta por mulheres imigrantes e refugiadas de países africanos. Juntas, elas vão apresentar o histórico e o significado da mobilização que fazem para organização do Dia da Mulher em seus países de origem.



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EN SAN PABLO ... MANÁ PIDE MAR PARA BOLIVIA.

Maná pede mar para a Bolívia
Enviada em: 02/03/2017 11:26Hs
Maná pede mar para a Bolívia

A agrupação mexicana Maná pediu mar para a Bolívia em conferencia de prensa  concedida na cidade de La Paz - Bolívia, o dialogo com a banda aconteceu na tarde de quarta-feira 1/3/2017. “Historicamente seria o justo”, afirmou Fher vocalista da banda de rock.

“Para mim é muito triste saber que os países sejamos assim, isso é indignaste, os latino-americanos deveríamos ser más unidos.” finalizou o lider da banda.



Maná volta para a Bolívia após 19 anos em concertos programados nas cidades de La Paz e Santa Cruz respetivamente.


fonte: atb.com.bo

Campanha #MarParaBolivia no Brasil


O apoio do grupo de rock mexicano Maná na reivindicação marítima da Bolívia tem sido apoiada também pela população e imigrantes de distintas nacionalidades no Brasil.

 

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EN SAN PABLO...MARTES DE CHA'LLA EN SP.

Martes de CHALLA em São Paulo
Enviada em: 01/03/2017 19:34Hs
Martes de CHALLA em São Paulo

Comunidade boliviana em São Paulo neste 28 de fevereiro festejou com muita alegria o tradicional “Martes de Challa” (quarta feira de CHALLA)  dia carnavalesco que na tradição boliviana são agradecidos e celebrados os bens conquistados, propriedades como carros, lojas, casas, etc. Os bens conquistados são adornados com flores, serpentina, confete, flores, e bexigas. Os adornos são agradecidos as deidades andinas com a "PACHAMAMA" (mãe terra) principal elemento de agradecimento na cultura boliviana.

Estabelecimento comercial "challado" na Rua Coimbra.
 

Veículo novo "challado" na Rua Coimbra.

 

"Mesa" altar colorido serve para queimar no ritual de "La k´oa" ofertado ás deidades andinas.



Água & Espuma

Crianças, adolescente e por que não adultos brincavam numa tarde quente na Rua Coimbra, grupos de jovens atacavam opostos com bexigas de agua e spray de espuma, parte dos envolvidos na festa fantasiados de “PEPINO” (personagem bufo do carnaval “paceño” - cidade de La Paz), outros fantasiados de “chutas e cholas” também alegravam a rua, brasileiros também foram vitimas da alegria carnavalesca, que aceitavam de bom agrado a festa boliviana.



 Espuma e bexigas de água na Rua Coimbra em São Paulo.



Feirantes da Rua Coimbra festeijam o "MARTES DE CHALLA" (terça-feira de CHALLA).

 

“Challa” do Bolívia Cultural

O portal de noticias Bolívia Cultural também realizou o ritual de agradecimento as deidades aimarás nesta data carnavalesca que agradece as colheitas e conquistas recebidas. O Bolívia Cultural foi adornado a caráter com serpentina, confite (bolinhas de açúcar colorido) agradecendo as conquistas e tomando as energias milenares da “PACHAMAMA” para um 2017 com maiores vitórias.



"CHALLA" da redação & produtora do Bolívia Cultural em São Paulo, equipamentos de produção e projetos conquistados foram motivo da tradicional "challa".
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